All I Want To Do Is Rock (manoel magalhães)
Com muita coisa nova, arrumamos as malas e partimos rumo
a Goiânia. A viagem seria bem tranqüila, se não fosse
a porrada que o avião deu ao aterrissar na escala em Brasília.
Chegando no aeroporto fomos bem recebidos pelo pessoal da Monstro Discos
que organizava o festival e partimos direto para o hotel, que na minha
louca opinião era sensacional. Parecia com todos os hotéis
que eu já tinha imaginado ao ouvir histórias sobre bandas
e turnês país a fora.
Goiânia é uma cidade que eu realmente não saberia
explicar, mas gostaria de visitar todo ano. Os amigos da Impar de Belo
Horizonte também estavam lá e logo partimos para um almoço
mega completo num restaurante mineiro. Acho que em todos os lugares
do Brasil a Polar comeu em restaurantes mineiros. E não foi por
nossa escolha não.
O show em si foi muito bom. A primeira vez que tocamos músicas
novas como Bairro Peixoto. Acho que tudo o que a Polar está se
tornando agora começou ali. Existem dois vídeos legais
desse show, que você encontra na seção “Vídeos”.
A noite sempre acaba das formas mais
engraçadas nessa banda. O camarada Daniel Drehmer da banda goiana
“Réu e Condenado” nos levou para um passeio de carro
pela madrugada enquanto cantava suas fantásticas paródias
de música popular. Como uma versão de "Aquarela"
que era mais ou menos assim: "Numa folha qualquer eu posso escrever
o alfabeto, e com um copo em cima faço surgir criaturas do inferno."
Esse cara é um gênio.
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